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Nem tudo o que luz è oiro:

Há que saber ser hospitaleiro, mas também sabermo-nos defender de investidas de turistas "sexuais". Temo pelas jovens e crianças principoalmente. há que ter orgulho em sermos quem somos,...

Hospitalidade :

Ola dizer que eu tambem concordo com este blog tambem com a helena limpar a cidade e um dever nosso para mantermos a cidade limpa para que os turistas tenham respeito de nos em entermos da limpeza.

Adorei seu blog:

Olá margarida, Gostei muito de seu blog, sempre tive muita vontade de conhecer isso tudo e agora, peço a voce ajuda no sentido de conseguir uma colocação profissional como assistente social aí,...

li e tive muita simpatia pelo assunto .:

\olá Sou brasileira de uma cidade do interior de minas gerais, formada em serviço social, com preferencias profissionais voltadas para o menor infrator e abandonado, dependentes quimicos e idosos,...

Palavras...:

Quer que lhe conte uma história? Chegue no Pulsar Poético. http://pulsarpoetico.zip.net Adorei! :)


Opinião

Possui um telemóvel compatível com a tecnologia 3G?

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Egípcios celebram um ano de revolta contra Mubarak

Milhares de egípcios convergiram ontem em direcção a praça de Tahrir, no Cairo, para marcar o primeiro aniversário da revolta que derrubou o presidente Hosni Mubarak.

Milhares de islamitas, liberais, apoiantes da esquerda e cidadãos comuns juntaram-se na praça que simboliza a revolução, no centro do Cairo, depois de uma noite de chuva torrencial, aclamado por muitos como um bom presságio.  

Os manifestantes carregavam cartazes com várias mensagens, reflectindo as suas diferenças sobre em que data se devia simbolizar.  

Os Irmãos muçulmanos, que dominam o novo Parlamento, estavam presentes para celebrar o primeiro aniversário de uma revolta popular que derrubou o presidente Hosni Mubarak. 

Mas vários outros grupos, incluindo os movimentos pró - democracia que foram os motores da revolta, afirmaram que eles estavam lá para continuar a sua revolução inacabada e exigir a saída do Conselho Supremo das Forças Armadas (CSFA), que governa o Egipto desde a renúncia de Mubarak.

A data simbólica de 25 de Janeiro, “ antigo dia da polícia”, tornou-se “dia da revolução”, e foi declarado feriado, em memória dos acontecimentos que levaram à queda do Governo a 11 de Fevereiro.

No entanto, a repressão militar dos distúrbios ocorridos nos últimos meses e os inúmeros julgamentos de activistas por tribunais civis e militares contribuiu para o actual desalento, num país com cerca de 83 milhões de habitantes também confrontado com graves problemas económicos e sociais.

A maioria da população do Egipto vive no limiar da pobreza, uma situação agravada com uma queda de 30 por cento no turismo em 2011, uma das principais fontes de rendimento do país, e a debandada dos investidores estrangeiros devido ao clima de instabilidade política.

Numa tentativa de corrigir uma imagem muito degradada, os militares anunciaram numerosas celebrações: parada naval em Alexandria, festivais aéreos em diversas cidades, fogo de artifício, emissão de moedas comemorativas e promessas de empregos públicos para os milhares de feridos na revolta popular de Janeiro e Fevereiro de 2011.

Entretanto, a Junta Militar egípcia afirmou ontem que deixará o poder em 30 de Junho, após a realização de eleições presidenciais, e prometeu revelar então “os segredos e verdades” anteriores à revolução, movimento que ontem completou um ano.

Em comunicado, o Conselho Supremo das Forças Armadas, máxima autoridade do país, ressaltou que deixará os quartéis para se dedicar somente a defender “a terra, o céu e o mar do Egipto”, como reivindicam os activistas e grupos políticos críticos ao actual papel de governo.

Os dirigentes militares divulgaram os próximos passos do período de transição: a suspensão da Lei de Emergência - vigente desde 1981, a realização de eleições para a Câmara Alta do Parlamento, a redacção de uma nova Constituição e a convocação de eleições presidenciais.

Fonte: O Jornal Noticias

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