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Nem tudo o que luz è oiro:

Há que saber ser hospitaleiro, mas também sabermo-nos defender de investidas de turistas "sexuais". Temo pelas jovens e crianças principoalmente. há que ter orgulho em sermos quem somos,...

Hospitalidade :

Ola dizer que eu tambem concordo com este blog tambem com a helena limpar a cidade e um dever nosso para mantermos a cidade limpa para que os turistas tenham respeito de nos em entermos da limpeza.

Adorei seu blog:

Olá margarida, Gostei muito de seu blog, sempre tive muita vontade de conhecer isso tudo e agora, peço a voce ajuda no sentido de conseguir uma colocação profissional como assistente social aí,...

li e tive muita simpatia pelo assunto .:

\olá Sou brasileira de uma cidade do interior de minas gerais, formada em serviço social, com preferencias profissionais voltadas para o menor infrator e abandonado, dependentes quimicos e idosos,...

Palavras...:

Quer que lhe conte uma história? Chegue no Pulsar Poético. http://pulsarpoetico.zip.net Adorei! :)


Opinião

Possui um telemóvel compatível com a tecnologia 3G?

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Luta pela presidência domina cimeira da UA

A União Africana (UA) realiza domingo e segunda-feira, em Adis Abeba, a sua cimeira anual, desta vez dominada pela luta pela presidência da Comissão da organização.

Os candidatos ao órgão executivo da UA são Nkosazana Dlamini-Zuma, de 63 anos, antiga ministra dos Negócios Estrangeiros da África do Sul e ex-mulher do presidente Jacob Zuma, e Jean Ping, de 69 anos, ministro e homem de confiança do ex-presidente do Gabão Omar Bongo, que se recandidata.

Os chefes de Estado africanos devem ainda eleger quem  presidirá à UA no próximo ano.

Fonte diplomática citada pela agência AFP indicou que os presidentes da Gâmbia, Yahya Jammeh, e do Benin, Boni Yayi, são candidatos à sucessão do chefe de Estado da Guiné-Equatorial, Teodoro  Nguema, actual presidente da UA.

As eleições para os dois cargos estão marcadas para segunda-feira, necessitando a do presidente da comissão de uma maioria de dois terços.

O tema oficial da cimeira é o comércio intra-africano, que representa apenas 10 por cento das trocas no continente e que se deseja impulsionar, mas outros assuntos farão parte dos debates.

Entre eles estará a Somália, em guerra civil há 20 anos. A UA quer que a ONU a autorize a destacar 17.731 homens, contra um máximo de 12.000 actualmente, para a AMISOM, a força da organização africana que ajuda no combate aos radicais islâmicos.

O Secretário-Geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, intervirá na cimeira.

A situação na Nigéria - com os ataques da seita islâmica Boko Haram a criarem receios de um conflito religioso - na Líbia - devido à instabilidade pós-queda do regime de Muammar Kadhafi - e entre o Sudão e o Sudão do Sul, que ainda não chegaram a acordo sobre a partilha dos rendimentos petrolíferos, também deverá ser abordada.

Dos cinco PALOP – Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa, dois deles, Cabo Verde e Moçambique, fazem-se representar na cimeira da UA ao nível de Chefes de Estado. Os Presidentes cabo-verdiano, Jorge Carlos Fonseca, e moçambicano, Armando Guebuza já confirmaram presença.

A comitiva angolana é liderada pelo ministro das Relações Exteriores (MIREX), Georges Chicoty, integrando ainda o secretário de Estado do MIREX, Manuel Augusto, os ministros da Saúde, José Van-Dúnem, do Comércio, Idalina Valente e o vice-ministro Comunicação Social, Manuel Miguel de Carvalho “Wadijimbi”.

A Guiné-Bissau estará representada pelo Primeiro-Ministro, Carlos Gomes Júnior e quanto a São Tomé e Príncipe ainda está por confirmar quem poderá estar em Adis Abeba.

Fonte: O Jornal Notícias

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