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Nem tudo o que luz è oiro:

Há que saber ser hospitaleiro, mas também sabermo-nos defender de investidas de turistas "sexuais". Temo pelas jovens e crianças principoalmente. há que ter orgulho em sermos quem somos,...

Hospitalidade :

Ola dizer que eu tambem concordo com este blog tambem com a helena limpar a cidade e um dever nosso para mantermos a cidade limpa para que os turistas tenham respeito de nos em entermos da limpeza.

Adorei seu blog:

Olá margarida, Gostei muito de seu blog, sempre tive muita vontade de conhecer isso tudo e agora, peço a voce ajuda no sentido de conseguir uma colocação profissional como assistente social aí,...

li e tive muita simpatia pelo assunto .:

\olá Sou brasileira de uma cidade do interior de minas gerais, formada em serviço social, com preferencias profissionais voltadas para o menor infrator e abandonado, dependentes quimicos e idosos,...

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Opinião

Possui um telemóvel compatível com a tecnologia 3G?

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Mesmo com tendência de dissipar-se: “Funso” ameaçador ainda cativa atenções

O ciclone Tropical “Funso” de categoria 3 continua a deslocar-se para o sul do canal de Moçambique, podendo afectar Maputo com aguaceiros fracos (menos de 10 milímetros em 24 horas) e ventos fortes superiores a 60 quilómetros por hora, principalmente nos distritos costeiros da Manhiça e Marracuene.

Esta é a sua nova movimentação depois que fim-de-semana deixou apreensivas diversas regiões de Sofala e Zambézia.

De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia, às 17.00 horas de ontem o sistema encontrava-se a cerca de 460 quilómetros da costa da cidade de Inhambane, com ventos máximos superiores a 170 quilómetros por hora, deslocando-se para sueste a uma velocidade de 8 quilómetros por hora.

O fenómeno é responsável pelos aguaceiros ou chuvas em regime moderado a forte (30 a 50 milímetros de precipitação em 24 horas), acompanhadas de trovoadas e ventos fortes superiores a 70 quilómetros por hora que continuam a afectar as províncias de Inhambane (distritos de Zavala, Inharrime, Panda, Jangamo, Homoíne, cidade de Inhambane, Morrumbene, Massinga, Vilankulo e Inhassoro) e Gaza (distritos de Bilene, Xai-Xai e Mandlakazi).

Aquela entidade prevê a continuação de períodos de aguaceiros ou chuvas em regime moderado a forte (30 a 50 milímetros em 24 horas), acompanhadas de trovoadas e ventos moderados (30 a 50 km/h) nas províncias de Tete (distritos de Zumbo, Macanga, Angónia e Moatize), Zambézia (distritos de Milange, Namarrói, Gurúè, Maganja da Costa e Pebane), Manica (Guro e Tambara), província do Niassa e ainda ao longo da faixa costeira da província de Nampula (distritos de Angoche, Mossuril e Mongicual) durante o dia de hoje e amanhã devido à interacção entre Zona de Convergência e Intertropical e o Ciclone Tropical situado no Canal de Moçambique.

O INAM continua a recomendar a tomada de medidas de precaução e segurança, principalmente para a navegação marítima na costa de sul de Sofala, Inhambane, Gaza e Maputo. O ciclone Funso é o que mais tempo residiu na costa moçambicana durante a presente época chuvosa. Desde que se formou a 18 de Janeiro só deve dissipar-se dez dias depois, enquanto a Tempestade Dando durou apenas três dias.

Entretanto, a Hidroeléctrica de Cahora Bassa vai aumentar as descargas a partir de hoje, passando dos anteriores 1950 metros cúbicos por segundo para 3000. A Direcção Nacional de Águas deu conta ontem que a HCB vai abrir parcialmente um descarregador, facto que resultará no incremento dos níveis hidrométricos a jusante, não se prevendo atingir o nível de alerta em toda a rede de estações, com excepção de Marromeu. Mesmo assim, apela-se à tomada de medidas de precaução.

Na bacia do Incomáti os níveis hidrométricos em Magude e na Manhiça encontram-se ainda altos, condicionando a transitabilidade das estradas como Maragra-Calanga e Maragra-Munguine. Prevalecem inundações localizadas nas zonas baixas e nos povoados de Mangavilana, Maragra-Sede, Chichongue, Bairro 171, Nandja e Chimovana.

Na bacia do Limpopo há inundações localizadas nas aldeias de Languene, Nguava, Zicai, Phicho, Mahaguene, Massaingue, Gumbane, Agostinho Neto, Cumbane, Nhacomene e Mahelene.

A DNA recomenda, por isso, às autoridades locais, agentes económicos e a sociedade em geral para tomada de medidas de precaução, mantendo os equipamentos e bens em zonas seguras e evitar a travessia do leito dos rios, devido a turbulência e corrente das águas.

Fonte: O Jornal Notícias

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