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Hospitalidade Moçambicana:

Gostei do tema abordado e concordo de modo geral com o segundo ponto de vista. Contudo, gostaria de comentar sobre a importância de se incentivar a melhor prestação de serviços turísticos e a cria...

hospitalidade:

alem disso limpar a cidade do lixo acumulado pelas ruas e odores menos agradaveis tambem em muito contribuiriam para uma boa imagem desse belo pais

Poema expresso sem tempo:

Estava lá naquela manhã,olhos pesados enrolados pelo sono sentado acho que não tinha nada a fazer decidi sem tempo,arastar me ao mundo de razas poamas,lidas e escritas,estava sem tempo quando escr...

Poesia na realidade:

Reconstrução Bolhas de afeto ao vento Torrentes de emoção Delírios do coração Afluem pelo alento... Lembranças de opções Ceiam na idade Avançando com a prosperidade Compensam as frustra...

Literatura:

Gostei. Ducho de pemba


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UE tem de explicar “renováveis”

Os Estados-membros da União Europeia (UE) passam a ser obrigados a informar Bruxelas sobre os seus projectos de investimento no sector energético, segundo uma proposta aprovada pelos ministros da tutela dos 27.

Esta medida, apresentada pela Comissão Europeia em Julho passado, tem como objectivo uma melhor planificação e aumentar a coordenação entre Estados-membros, permitindo ainda uma visão a longo prazo do sector energético na UE.

Os governos nacionais terão agora de informar Bruxelas sobre os projectos de investimento no sector da energia, que prevejam a construção de infra-estruturas para os próximos três a cinco anos.

Segundo o jornal português “Oje”, no que respeita a infra-estruturas já existentes, os 27 irão enviar para a Comissão Europeia informação sobre o volume total de produção instalada, o transporte e a capacidade de armazenamento.

Uma das preocupações de Bruxelas é a dependência energética do bloco europeu em relação aos países terceiros.

Um quarto da energia consumida pela Europa provém de gás natural, quase dois terços (58%) importados. A Rússia fornece dois quintos desse gás importado, a grande maioria do qual chega à Europa em gasodutos que atravessam a Ucrânia.

De lembrar que a última visita do primeiro-ministro português, José Sócrates, a Moçambique teve como principal enfoque as energias renováveis, mas sobretudo ao nível de parcerias com empresas portuguesas, e não com a promoção de um projecto português em Moçambique.

Fonte: opais

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